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Evangelho

O Mestre do Amor - Augusto Cury



Atualizado: 22/07/21

 

VOLUME 4
O Mestre do Amor – Augusto Cury
APÊNDICE
354 – Josefo fala de Jesus Cristo

 
Josefo é considerado um dos maiores historiadores de todos os tempos. Seus escritos se tornaram uma das mais ricas fontes de informações sobre povos antigos, sobre o Império Romano, sobre outros impérios e sobre o povo judeu.

Ele faz importantes relatos sobre Augusto, Antônio, Cleópatra, os imperadores Tibério, Calígula, Cláudio, Nero, Vespasiano e Tito, sobre alguns reis da Síria e outros personagens. Sua contribuição para a compreensão do mundo antigo foi muito grande.

Apesar de ter sido da linhagem dos fariseus, também fez uma descrição sintética, mas elogiosa e surpreendente, da vida de Jesus e dos personagens envolvidos, como o rei Herodes (o que mandou matar o menino Jesus), Arquelau e Pilatos. Seus escritos dão veracidade histórica a diversas passagens dos evangelhos.

Os relatos diretos e sintéticos sobre Jesus expressam como ele causava perplexidade e possuía grandeza nos seus gestos e palavras. Josefo descreve o aparecimento de Jesus.

Era no tempo de Pilatos: um homem sábio, se todavia devemos considerá-lo simplesmente como um homem, tanto suas obras eram admiráveis.

“Ele ensinava os que tinham prazer de ser instruídos na verdade e foi seguido não somente por muitos judeus, mas por muitos gentios. Era o Cristo. Os mais ilustres de nossa nação acusaram-no perante Pilatos e este o fez crucificar.

“Os que o haviam amado durante a vida não o abandonaram depois da morte. Ele lhes apareceu ressuscitado e vivo no terceiro dia, como os santos profetas o tinham predito, e que ele faria muitos outros milagres. É dele que os cristãos, que vemos ainda hoje, tiraram o seu nome.”

Josefo considerava Jesus um sábio. Considerava-o também um mestre cativante, pois provocava nas pessoas o prazer de serem instruídas. Josefo ainda dizia que Jesus tinha feito obras admiráveis e que era mais do que um ser humano.

Talvez, por isso, tenha registrado que ele era o Cristo. Seu argumento sobre Jesus como o Cristo entra na esfera da fé que, como tenho dito, é cunhada por ditames pessoais.

Se lermos as obras de Josefo, não há sinal claro de que tenha se tornado um cristão. Entretanto, por ter a ousadia de considerar Jesus como o Cristo, apenas 30 ou 40 anos após sua crucificação, e de relatar que ele tinha superado o caos da morte pela ressurreição, mostra que sua vida passara por profundas reflexões existenciais.

Talvez não tenha comentado mais sobre Jesus e sobre os cristãos porque estes eram intensamente perseguidos em sua época.

Estudos dos Evangelhos

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 LIVRO TEMA:   O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO